São Paulo, 30 (AE) - O secretário executivo da Associação de Empresas Brasileiras do Mercosul (Adebim), Michel Alaby, acredita que, enquanto não houver uma coordenação macroeconômica dos quatro países do bloco, os conflitos comerciais vão se "eternizar". Para ele, é de extrema urgência a fixação de regras claras e um sistema de consultas para chegar a um denominador comum. "O Tratado está falho, principalmente no que se refere aos desequilíbrios cambiais", disse Alaby.
De acordo com ele, seria necessária a introdução de uma cláusula para aplicação de algum tipo de mecanismo de defesa comercial em caso de surgirem problemas cambiais em alguns dos países membros.

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