O Ministério Público de Santa Catarina firmou quatro Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com empresas alimentícias, em cujos produtos foram encontrados vestígios de organismos geneticamente modificados (OGMs), em análises encomendadas pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Pelo TAC, as indústrias se comprometem a pagar análises mensais em cinco amostras de lotes diferentes dos produtos onde foram detectados transgênicos, pelo período de seis meses, e análises bimestrais por mais seis.
As amostras, dos produtos In Natura Mistura de Cereais, da Auf Natur Indústria, SupraSoy Integral, da Josapar, Nestogeno com Soja, da Nestlé, e Salsicha Viena, da Swift-Armour, serão escolhidos em datas e locais aleatórios pelo Ministério Público no Estado e recolhidos pela Vigilância Sanitária. Depois, serão encaminhados lacrados ao Laboratório da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, onde serão analisados para comprovar a inexistência de transgênicos ou derivados.
Com a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta, os produtos analisados deixam de figurar na recomendação encaminhada pelo Ministério Público à Associação Catarinense de Supermercados, para que não comercializem produtos transgênicos, que são proibidos no País.

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