Empresas negam envolvimento nas fraudes
Curitiba - Dez grandes empresas paranaenses teriam provocado um rombo de R$ 24 milhões nos cofres da Previdência Social no Paraná. Esse valor pode atingir R$ 168 milhões no total. De acordo com informações do jornal ''O Globo'', a Risotolândia Indústria e Comércio de Alimentos teria deixado de pagar R$ 9,4 milhões à Previdência.
Outras empresas que teriam sido beneficiadas são: a Total Linhas Aéreas (R$ 4 milhões), Nutrimental empresa do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Rodrigo Rocha Loures (R$ 3,7 milhões), Sociedade Educacional Tuiuti (R$ 2,2 milhões); Vepasa Veículos (R$ 1,2 milhão), e Clube Atlético Paranaense (R$ 355 mil).
A Risotolândia divulgou nota oficial afirmando que ''jamais solicitou quaisquer favores à fiscalização''. A empresa nega qualquer envolvimento com suposta irregularidade na emissão de certidões negativas e afirmou que está ''absolutamente regular com o INSS em relação as suas obrigações principais e acessórias''. O presidente da Sociedade Educacional Tuiuti, Carlos Eduardo Rangel Santos, afirmou, através de nota oficial, que ''todas as contribuições previdenciárias sob sua responsabilidade devidas ao INSS estão em situação rigorosamente declaradas perante a autarquia''. A nota informa também que a Tuiuti participa do Refis (programa para financiamento de dívidas tributárias).
O Clube Atlético Paranaense, a Total Linhas Aéreas e a Nutrimental só vão comentar o caso hoje. A direção da Vepasa Veículos afirmou que as acusações não são verídicas.





