São Paulo, 30 (AE) - A Associação Brasileira dos Grandes Usuários de Energia Elétrica (Abrace) ingressou no Ministério da Fazenda com um pedido de draw back para o óleo combustível a ser utilizado na produção de artigos de exportação. Os empresários querem importar o óleo combustível sem taxações, a preço internacional, para usar na fabricação de produtos exportáveis, explicou o presidente da entidade, Carlos Anísio Figueiredo.
O pedido foi feito ao secretário do Ministério da Fazenda, Claudio Considera, que prometeu analisar e encaminhar a proposta. "O que não dá para entender é porque não se pode importar o óleo combustível, quando há um evidente monopólio no País com este insumo básico", afirmou. No pedido, a entidade afirma que o óleo combustível a ser importado não teria a incidência de alíquotas, desde que seja utilizado pela indústria na fabricação de artigos de exportação. "Isso tornaria o preço de nossos produtos mais competitivos, gerando mais divisas para o País", disse Carlos Anísio.
O presidente da Abrace salientou não entender porque a Agência Nacional de Petróleo (ANP) não permite a importação do óleo combustível, embora exista um evidente monopólio sobre o produtos no País com produção única da Petrobrás. "Isso não dá para entender", afirmou.

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