Empresário quer acesso ao porto
Fernando Matarazzo afirma que derrubou as casas para construir uma linha férrea com acesso ao pátio do porto. ''Já está certo que os trens voltarão a fazer transporte até o porto de Antonina. Eu decidi me antecipar e criar um pátio de triagem para os vagões'', afirma. A prefeitura afirma que já existem duas linhas de entrada para o pátio que poderiam ser reaproveitadas. O empresário alega, no entanto, que as linhas atuais não têm acesso ao cais e que o raio de construção delas não comportam o tamanho de uma composição ferroviária, que chega a 180 vagões atualmente.
O empresário é neto do conde Francisco Matarazzo, responsável pelas indústrias de Antonina. Ele conta que está há dois anos na cidade, onde está instalando as Empresas F. Matarazzo Armazéns Gerais Ltda. ''Ao derrubar as duas casas minha intenção era justamente chamar atenção sobre a necessidade de preservar o local'', afirma. Segundo ele, três casas do complexo estão sendo usadas por ele e um funcionário. Outra duas estão cedidas em comodato para a Polícia Florestal. Ele garante que pretende restaurar e conservar o restante das construções.





