Curitiba- Uma mancha de óleo de aproximadamente 600 metros de comprimento e 100 metros de largura se formou na Baía de Paranaguá, no Litoral do Estado, depois do içamento da proa do navio chileno VicuÀa na última segunda-feira. Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) avaliam se o vazamento será alvo de nova autuação. A empresa Smit Salvage, que faz a remoção dos destroços, foi multada em R$ 250 mil por não ter feito a contenção do óleo que se espalhou na baía no último sábado.
Segundo a Capitania dos Portos, o içamento da proa do navio e sua colocação a bordo da balsa que irá transportá-la até Pontal do Paraná foi concluído na segunda-feira. Os trabalhos, agora, são de retirada de óleo da praça de máquinas e de preparação para a retirada do motor.
João Antônio de Oliveira, do Ibama em Paranaguá, disse que a mancha de óleo do vazamento que aconteceu segunda-feira ficou concentrada em frente a um terminal privado no Porto de Paranaguá. Em sobrevôos pela baía, técnicos analisam se o óleo voltou a atingir os manguezais da Ilha da Cotinga.
O VicuÀa explodiu em dezembro durante um descarregamento de metanol.

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