Embrapa desenvolve língua eletrônica
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quinta-feira, 21 de março de 2002
Agência Folha 
Ribeirão Preto - Uma pesquisa coordenada pela Embrapa de São Carlos (SP) desenvolveu um equivalente eletrônico da língua humana, mas com sensibilidade até dez vezes maior. O aparelho, que já está patenteado e pode chegar ao mercado daqui a três anos, promete agilizar testes de qualidade em vinhos, café, sucos e outros produtos, além de detectar agrotóxicos ou outras substâncias nocivas na água.
Segundo o pesquisador Luiz Henrique Capparelli Mattoso, 40 anos, os conceitos usados no projeto são os mesmos que existem num sistema biológico.
Aos olhos de um leigo, entretanto, o aparelho parece simples: um recipiente com o líquido a ser analisado, no qual estão mergulhados seis sensores; estes, por sua vez, transmitem as informações a um computador pessoal comum, que as analisa e classifica.


