Em Londrina, grupo assinará contrato hoje
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segunda-feira, 02 de setembro de 2013
Lúcio Flávio Moura<br>Reportagem Local 
Londrina Um grupo de clínicos gerais será acolhido hoje pela Secretaria de Saúde de Londrina para dar início aos trabalhos do Programa Mais Médicos (PMM). Conforme o secretário de Saúde, Francisco Eugênio de Souza, eles assinam contrato pela manhã e logo depois recebem as primeiras orientações sobre o sistema de atendimento. Ao todo serão cinco profissionais, todos brasileiros, que vão dar expediente em unidades básicas de bairros periféricos (ao contrário do que chegou a ser anunciado, o programa não vai alcançar a zona rural do município).
No grupo, há médicos formados em instituições de Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Em uma lista prévia divulgada pelo Ministério da Saúde, Londrina receberia nove médicos três deles estrangeiros. Mas por problemas no trâmite burocrático, os três estrangeiros foram excluídos do programa e as vagas foram canceladas. Das seis vagas obtidas pelo município, uma não foi preenchida. Até o final da tarde de ontem, um clínico geral não havia se apresentado.
Para trabalhar 40 horas semanais, os médicos irão receber uma bolsa de R$ 10 mil mensais, paga pelo governo federal, e terão direito a ajuda de custo para alimentação e moradia. Com isso, o custo do programa para a Prefeitura será em torno dos R$100 mil anuais. Além do trabalho nos postos de saúde, os bolsistas do PMM vão integrar equipes do programa itinerante Saúde da Família. Os contratos duram três anos.
Em Cambé (Região Metropolitana de Londrina), uma clínica geral, proveniente de Londrina, deve começar a trabalhar nos próximos dias no Pronto Atendimento 24 horas (antigo Hospital Londrina). Ela também vai integrar uma das 24 equipes do Saúde da Família, que estava sem médico. "Toda ajuda é muito bem-vinda", afirmou a secretária Alessandra Garcia Gonzales Vaz.
Arapongas, também na RML, espera receber ate o dia 15 dois médicos, uma brasileira e um argentino. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Alcides Livrari Junior, os novos médicos vão trabalhar em duas unidades básicas a partir do dia 16. "A chegada deles vai ajudar no atendimento. Acredito que é uma tentativa válida do Ministério da Saúde em tentar solucionar o problema da falta de profissionais na área", colocou o secretário. (Colaborou Lúcio Flávio Cruz)


