O Patronato Penitenciário de Londrina possui em torno de 120 entidades cadastradas para receber mão-de-obra de beneficiários de penas alternativas. São ONGs e demais instituições sem fins lucrativos que abrigam 1,1 mil pessoas condenadas a penas inferiores a quatro anos. Entre as modalidades de prestação de serviço à comunidade estão a recuperação de livros em bibliotecas, limpeza, jardinagem e serviços gerais. ‘‘Temos conseguido colocação para todos os beneficiários, mas novas entidades sempre são bem-vindas’’, lembra o coordenador do Patronato, Tadeu José Migoto.
  Em 2001, ano em que o Patronato foi instalado em Londrina, eram 250 beneficiários, incluindo municípios da região metropolitana, como Cambé e Ibiporã. ‘‘Com o aumento da criminalidade, houve também um salto no número de penas alternativas’’, lembra Migoto. Tanto que até junho, o serviço deve ganhar uma nova sede, que está sendo construída na Vila Portuguesa (Centro). Atualmente, o atendimento é feito em casa cedida pela prefeitura na Avenida Rio de Janeiro, esquina com Avenida JK.
  O coordenador explica ainda que quando o beneficiário chega ao Patronato, após encaminhamento pelo juiz, é submetido a uma triagem, onde são considerados aspectos como idade, crime cometido, escolaridade, profissão e região onde reside. Traçado este perfil, a pessoa é encaminhada para o trabalho.

Serviço:

Entidades interessadas em firmar o convênio para utilização das penas alternativas deve entrar em contato com o Patronato pelo fone (43) 3322-5138 e preencher cadastro relatando as necessidades da instituição.

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