A polícia de Rifaina, na região de Ribeirão Preto (São Paulo), abriu um inquérito para apurar a causa da morte do eletricista William de Jesus Ribeiro da Silva, de 36 anos, ocorrida anteontem à noite.

Depois do jantar, como fazia habitualmente nas últimas semanas no Bar do Mário, o eletricista pediu um copo de água. Assim que o bebeu começou a passar mal, foi levado para o Pronto-Socorro da cidade e em seguida para a Santa Casa de Pedregulho, onde morreu.

Willian de Jesus Silva e o colega Maurício Martins de Souza, de 29 anos, funcionários de uma empresa que presta serviços para a Centrais Elétricas de Minas Gerais (Cemig), estavam juntos. O eletricista bebeu o líquido, mas Souza sentiu um gosto estranho e o cuspiu.

A Polícia de Rifaina informou que o dono do bar revelou que o produto era flúor, comprado para lavar panelas.

Mas, segundo os policiais, o dono do estabelecimento não sabia informar porque o frasco, parecido com água, estava no freezer e como foi confundido ao ser servido ao freguês. O dono do bar não foi autuado em flagrante.

Ontem o delegado de Rifaina, Dalmo Mateus Polo, levou uma amostra do líquido para o Instituto de Criminalística e para o Instituto Médico-Legal (IML) de Ribeirão Preto, para análise detalhada.

O corpo de Silva, que residia em Belo Horizonte, passou por necrópsia no Instituto Médico-Legal (IML) de Franca.

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