Joaquim Távora - Quando Lidiane apresentou Joelson Ferreira à família, seu pai Juvenil achou que o genro era "gente boa" e permitiu que ela fosse morar com ele em Curitiba. O contato com a filha era somente por telefone. "Ela não me dizia nada, mas teve que parar de estudar Jornalismo na faculdade porque ele não queria. Ele é muito ciumento", comentou.
Ferreira, que trabalhava como mototaxista na capital, alegava dificuldades financeiras e contava com a ajuda do sogro para sustentar a família. "Eu mandava um dinheiro todo mês, inclusive para ela estudar", acrescentou Juvenil.
Porém, há um ano e meio, Lidiane contou ao pai que era ameaçada pelo companheiro e que por diversas vezes foi agredida. Ela chegou a registrar diversos boletins de ocorrência contra Ferreira, mas acabava retirando a queixa. "Sabendo disso, falei para ela voltar para casa, mas ela nunca proibiu ele (Joelson) de ver o filho. Ele tinha total liberdade, mas nunca aparecia."(M.O.)

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