A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia decidiram encaminhar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) uma proposta de legislação para que os medicamentos que interfiram na direção segura venham com um símbolo de alerta na embalagem. Segundo o presidente da Abramet, Flávio Emir Adura, estudos internacionais estimam que de 27% a 31% dos acidentes de trânsito tenham sido provocados por distúrbios do sono. A sonolência é o principal efeito colateral dos medicamentos que interferem na direção. Ansiolíticos, antidepressivos, antipsicóticos e até alguns tipos de antialérgicos estão entre as principais classes de medicamentos que prejudicam a direção veicular segura. Existem trabalhos científicos que comparam grupos de motoristas que fazem usos de determinados medicamentos com outros que não fazem. A conclusão é a de que os grupos que ingerem esses remédios sofrem de três a cinco vezes mais acidentes.



Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelam que nos aglomerados urbanos eles causam prejuízos que geram gastos de R$ 5,6 bilhões por ano; nas rodovias, essa conta alcança, por ano, R$ 23 bilhões

Alterações relacionadas ao começo do sono, durante todo o sono ou a comportamentos anormais associados ao sono, como o terror noturno ou o sonambulismo

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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