'É mais difícil entrar em banco do que em hospital'
Em casos de sequestros de bebês, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), da Polícia Civil, trabalha sempre com duas hipóteses principais: mulheres que sofrem aborto e querem um bebê para colocar no lugar ou pessoas que simulam a gravidez e pegam a criança para manter a mentira.
As informações são da delegada Ana Cláudia Machado, do Sicride, que participou das investigações que culminaram na recuperação do bebê sequestrado da maternidade do Hospital da Providência, de Apucarana, na noite de anteontem.
Para a delegada, a situação ressalta a necessidade de controlar melhor o acesso às maternidades. ''Hoje é mais difícil entrar em um banco do que em um hospital'', comparou. Ela enfatizou que, em situações como essa, a colaboração da comunidade é fundamental. ''Também quero lembrar que a comunicação do desaparecimento de crianças e adolescentes deve ser imediata, para que as buscas comecem o mais rápido possível.'' (Carolina Avansini/Reportagem Local)





