Londrina - Quando optou pela graduação a distância, a futura pedagoga Patrícia Valéria Ramires Fernandes, de 35 anos, admitia: "foi meio no escuro, eu estava até com medo". Atualmente cursando o segundo ano na Unopar, ela tem uma ideia completamente diferente da modalidade. "O EAD é bem diferente daquela impressão que a gente cria na cabeça. Muita gente pode pensar que é mais fácil, não tem professor te controlando, mas na verdade é mais difícil, porque depende só de você. Se não correr atrás do conteúdo e não se organizar, você não consegue dar conta", afirma. Patrícia estabeleceu uma rotina de estudos que a permite desenvolver o conteúdo em casa e aproveitar as aulas presenciais apenas para tirar as dúvidas com o tutor responsável por sua turma. "Tem que se organizar e estabelecer um objetivo. Se for depender só da aula presencial, não aprende", atesta. Ela conta que algumas colegas de curso que não vinham conseguindo acompanhar o ritmo do EAD tentaram convencê-la a migrar para a graduação presencial. "Mas não quis. Prefiro o ensino a distância", afirma Patrícia, que pretende atuar na área da psicopedagogia quando concluir o curso.(D.P.)

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