Além dos 28 hospitais selecionados, outros 16 estabelecimentos inscritos formarão um grupo de seguidores. Estas instituições participarão do projeto por meio do acesso a videoaulas e materiais informativos sobre como melhorar a qualidade da atenção ao parto e nascimento e terão encontros presenciais com técnicos da Agência Nacional de Saúde para discutir os resultados atingidos. Desses 16 estabelecimentos, dois estão no Paraná: Hospital Evangélico de Londrina e Hospital Ministro Costa Cavalcanti, de Foz do Iguaçu.
Além desses dois grupos, outras três instituições participarão do projeto compartilhando suas experiências com os demais participantes. Em maio, os hospitais assinarão os termos de adesão ao projeto e darão início às atividades.
Segundo o MS, as altas taxas de cesáreas verificadas no País - 84% na saúde suplementar e 40% no sistema público – são motivo de preocupação do governo brasileiro. Ainda segundo o ministério, quando não tem indicação clínica, a cesariana ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê, pois aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. (A.C.)

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