Dossiê alerta sobre novas drogas no mercado
A Drugs Enforcement Administrattion (DEA), agência norte-americana no combate internacional ao narcotráfico, remeteu dois dossiês à Polícia Federal brasileira, alertando que duas novas drogas vão começar a frequentar o mercado brasileiro: o Ice e a heroína. O Ice é uma espécie de anfetamina, muito comum nos EUA, que os adolescentes colocam no refrigerante, cujo gás aumenta o poder de atuação dessa droga no organismo. Uma pastilha de Ice, diz a DEA, custa US$ 2,00, dura de duas a quatro horas no corpo. Está sendo vendida em lojas que comercializam fitas piratas do joguinho Playstation, no Paraguai. Segundo o ex-secretário nacional de entorpecentes, Walter Maierovitch, a droga é um perigo, e pode conduzir a convulsões e até mesmo à morte. O Ice torna mais vivas e brilhantes as cores da tela do computador e dá ao internauta a sensação de que está flutuando. A heroína, refere a DEA, está sendo agora industrializada na Colômbia, cujo clima é propício para plantação de papoula. O delegado Alberto Corazza, uma das maiores autoridades brasileiras em narcóticos, disse que já há mais de cinco anos tem havido esse alerta sobre a heroína na Colômbia. Ele conta que esteve numa conferência de narcóticos, em San Antonio, no Texas (EUA), onde integrantes do DEA lhe alertaram que a dinastia Cheng, que comanda a produção de papoula no pais Miamar, havia mandado mudas de papoula para barões de cartéis colombianos.





