São Paulo - Reportagem publicada ontem no jornal ''O Estado de S. Paulo'' informa que doleiros acusam a Igreja Universal de ter enviado R$ 5 milhões por mês ao exterior entre 1995 e 2001. As remessas supostamente ilegais totalizaram R$ 400 milhões e foram feitas por doleiros da casa de câmbio Diskline. À reportagem do jornal, o advogado Antonio Pitombo, que defende a igreja, negou as acusações.
A revelação sobre as remessas foi feita pela sócio da Diskline, Cristina Marina, que depôs anteontem ao Ministério Público Estadual de São Paulo. Ela e seu sócio, Marcelo Birmarcker, teriam aceitado colaborar com as investigações em troca de benefícios previstos na chamada delação premiada. No último dia 14, reportagem de Rubens Valente mostrou o bispo Romualdo Panceiro, apontado pelo bispo Edir Macedo como seu sucessor, orientando pastores a se aproximarem de ''bandidos'' e presos para evitar que a instituição seja vítima de assaltos. A orientação ocorreu numa videoconferência entre líderes da igreja em novembro de 2008.

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