Dois suspeitos de tortura são soltos
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segunda-feira, 29 de julho de 2013
Rubens Chueire Jr.<br>Reportagem Local 
Curitiba - Dois policiais civis acusados de participação na tortura de quatro suspeitos de terem envolvimento no assassinato da adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, conseguiram liberdade provisória no início da noite de ontem. Segundo o advogado André Luiz Romero de Souza, que representa sete policiais, a juíza Aline Passos, da 1ª Vara Criminal de Colombo, concedeu a revogação da prisão preventiva.
O pedido foi concedido para o policial Lucas Garcia, cliente de André, e também foi estendido para José Paulo de Freitas e Silva, que é representado por outro escritório de advocacia. Os dois estavam presos na carceragem da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), na capital.
"Vou tentar a liberdade dos outros seis (policiais). Neste momento a juíza entendeu que não é o momento de revogar a prisão dos demais", disse o advogado.
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) concluiu ontem o inquérito sobre as acusações de tortura. O órgão tem até sexta-feira para oferecer denúncia contra os 15 suspeitos. Na última sexta, dia 26, o Gaeco ouviu seis dos 15 suspeitos. Nove deles, após instruções dos advogados, não prestaram depoimentos. O motivo foi a exigência, por parte do órgão, de que os depoimentos fossem gravados.


