Curitiba - A Doença de Parkinson é degenerativa e afeta o sistema nervoso central, principalmente a coordenação motora, de forma lenta e progressiva, sem causa conhecida. Raramente acontece antes dos 50 anos, comprometendo ambos os sexos igualmente. As principais características são rigidez muscular, tremor, hipocinesia (diminuição da mobilidade) e instabilidade postural.
A anomalia principal consiste numa perda de neurônios de uma área específica do cérebro que produz a diminuição de uma substância chamada dopamina, alterando os movimentos chamados extrapiramidais (não voluntários). A doença pode começar às vezes com um tremor, outras vezes com falta de mímica facial, diminuição do piscar, olhar fixo e movimentos lentos.
O diagnóstico torna-se mais nítido com o tempo, a exemplo do Papa João Paulo II, do lutador Mohammed Ali e do ator Michael J. Fox. O tratamento inicial costuma dar resultados excelentes se os enfoques e cuidados terapêuticos necessários forem tomados.
Cada indivíduo responde de forma diferente ao tratamento e o que favorece um paciente pode desfavorecer outro. É necessário corrigir a diminuição progressiva da dopamina com calma. Os pacientes se recuperam através de medicamentos, fisioterapia, psicoterapia e, em alguns casos selecionados, cirurgia. É importante tomar cuidado com certos tipos de remédios que desencadeiam ou pioram a síndrome Parkinsoniana.(C.Y.)
(Fonte: site www.abcdasaude.com.br)

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