A Comissão Extraordinária criada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio (Crea) para apurar as causas, responsabilidades e consequências ambientais do derramamento de óleo na Baía de Guanabara, ocorrido em janeiro, adiou a apresentação de seu relatório sobre o acidente.
Segundo o presidente do Crea, José Chacon de Assis, a Petrobras não forneceu dados no tempo hábil até a elaboração do documento. A empresa pediu prorrogação do prazo para prestar as informações que faltam.
Pará A balsa Xingu, utilizada pelas empresas norte-americanas contratadas pela Texaco para retirar todo o óleo dos taques da balsa Miss Rondônia, naufragada há 25 dias no rio Pará, já bombeou mais de 500 mil litros do combustível. De acordo com o diretor da Texaco em Belém, José Ferreira Amin, a cada hora eram retirados 20 metros cúbicos. A previsão é de que o trabalho seja concluído domingo.
O chefe da Defesa Civil no Pará, Paulo Gerson, informou que a operação está sendo feita em dois turnos diários de seis horas. Amin disse que a medida em que o óleo é retirado da Miss Rondônia, a balsa sofre uma leve inclinação. ‘‘Isso é natural’’, afirmou.