A diretora técnica da Foztur, Sílvia Thomazi, acredita que o quadro de ineficiência encontrado pela Folha pode ser explicado, em parte, pela falta de empenho de alguns funcionários. ‘‘Eles recebem treinamento adequado mas, por algum motivo, não o aplicam no dia-a-dia’’, avalia.
‘‘No caso do hotel, por exemplo, a atendente poderia ter recorrido ao catálogo telefônico, já que na listagem oficial só constam estabelecimentos com alvarás regularizados’’, analisa.
Segundo o proprietário do hotel, Manoel Alves Ramos, o estabelecimento está com o alvará regularizado. Sílvia prevê que a informatização do sistema, que deve ser concretizado até o fim deste ano, reduzirá parte do problema. ‘‘Teremos um controle maior de cada posto’’, diz.
‘‘No caso da desinformação sobre a Estrada do Colono, existe um plano de se implementar postos sobre as atrações da Costa Oeste e região, mantidos pelo Conselho dos Municípios Lindeiros’’, revela o diretor de marketing da Foztur, Rolim de Moura.
Sobre os postos desativados nas aduanas, a solução pode estar num programa da Paraná Turismo. Na próxima temporada, Foz do Iguaçu deve ganhar os Postos Móveis de Informação, traillers que ficam em locais de maior concentração de visitantes. (L.F.M.)

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