A diretora de Assistência e Prevenção à Saúde de Maringá, Rosimeire Munarin Ruiz, disse que a confirmação do diagnóstico não muda em nada as ações que já vêm sendo tomadas no município, incluindo o combate ao mosquito Aedes aegypt - transmissor da dengue e da febre amarela urbana.
Ela prevê que a correria aos postos de saúde, que teve uma trégua nos últimos dias, volte a ocorrer diante da notícia da confirmação. Conforme a diretora, o número de pessoas que se vacinaram em Maringá temendo uma epidemia de febre amarela, somente nas últimas semanas, gira em torno de 5 mil. ''Isso deve elevar ainda mais a cobertura vacinal em Maringá. Entretanto, sabemos que muitas pessoas que já foram vacinadas nos últimos 10 anos estão tomando nova dose, sem necessidade'', ponderou, alertando que ''isso só serve para bagunçar o organismo do indivíduo''.
Suspeita
A diretora deu por ''descartado'' o diagnóstico de febre amarela para a paciente de 51 anos que foi internada na Santa Casa de Maringá com suspeita da doença. O resultado das amostras enviadas ao Laboratório Central do Estado (Lacen) ainda não saiu. Rosimeire afirmou, contudo, que a mulher já teve alta e que a evolução de seu quadro clínico indica que ''provavelmente ela contraiu dengue ou uma infecção intestinal''. (Vanessa Navarro/Reportagem Local)

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