Diretor e subdiretor da Alerj negam participação em morte de colega
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domingo, 04 de julho de 1999
Por Andreia Maia 
Rio, 05 (AE) - O diretor de Segurança da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Ledenísio Barata de Fontes, e o subdiretor Cláudio Murilo Rodrigues Melo, acusados pela morte do subdiretor de Segurança da Alerj Marcus Vinicius Lourenço da Silva, negaram hoje participação no crime. Silva, de 33 anos, foi morto em dezembro de 98. Fontes e Melo disseram hoje à juíza-substituta da 30ª Vara Criminal do Rio, Ana Paula Monte Pena Barros, que Silva feriu-se ao manusear a própria arma
No depoimento, de menos de quarenta minutos, Fontes e Melo afirmaram que Silva entrou armado na sala de Segurança, onde estavam os dois e o vigilante Aladin Alan de Souza. Silva morreu depois de ser atingido por disparos de uma submetralhadora. Os ferimentos foram na cabeça, no peito e nas pernas do subdiretor.
Dia 8 de agosto o vigilante Aladim Alan de Souza, também acusado pelo crime, deverá depor à Justiça.


