Os cinco filhos da professora de inglês Alessandra Nascimento Peres, de Londrina, sempre frequentaram o dentista desde cedo, ainda bebês. Mas do mais velho, Lucas, hoje com 17 anos, passando por Ana Luiza, de 14, João Pedro, de 13, Tiago, de 9 anos, até Matheus, de 5 anos, ela viu bem o avanço da tecnologia. O mais velho, segundo ela, usou aparelho fixo. Já, o mais novo, resolveu o problema de mordida cruzada com as pistas.
Alessandra conta que quando Matheus deixou de comer as papinhas de bebê ela começou a perceber ''um cansaço'' dele durante as refeições. ''Me chamava a atenção o esforço que ele fazia. Ele tinha dificuldade de mastigar alimentos mais duros, principalmente carne'', lembra. Também percebeu que a mordida não estava normal, mas achava que era algo a ser resolvido quando Matheus estivesse mais velho. Por isso ficou surpresa quando a dentista falou que era possível descruzar a mordida ''na hora''. ''Não há mais aquele 'vazio' entre aparecer o problema e resolvê-lo'', afirma.
Por causa dos dentes de baixo que estavam ''para frente'' Patrícia Serrano Bono, de 27 anos, levou a filha Maria Eduarda, hoje com 5 anos, ao dentista. Na época ela tinha 3,5 anos. ''Ele pediu para esperar para colocar aparelho'', lembra. Neste ano, ficou sabendo das pistas e procurou outro profissional, e a filha está há quase dez dias com a mordida corrigida. ''Ficou perfeito. A previsão é que em dois meses a resina seja retirada''. (C.P.)

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