Mesmo sendo autorizado por meio de acordos diplomáticos entre Brasil e Paraguai, o registro de habilitação feito por brasileiros no outro lado da fronteira teve seu uso suspenso temporariamente no Paraná pelo Detran.
‘‘É importante salientar que a determinação vale para aqueles que residem no Brasil e não possuem qualquer vínculo com o país vizinho. Estamos fazendo isso para evitar que pessoas falsifiquem o documento ou se habilitem sem saber dirigir’’, explicou o coordenador jurídico do Detran-PR, Carlos Roberto Valle.
O coordenador lembrou ainda que, durante uma reunião, realizada ontem com os representantes do consulado paraguaio em Curitiba, foram levantadas algumas alternativas para tentar resolver a questão. Mesmo assim, qualquer decisão deverá sair somente por meio de Brasília.
Sobre o total gasto no Brasil (cerca R$ 400,00) argumentado pelos brasileiros que vão a Puerto Presidente Franco, Valle lembrou que as taxas do Detran não ultrapassam os R$ 87,00. ‘‘Quando aos custos referentes às aulas de direção e primeiros socorros, vale lembrar que o motorista está investindo na segurança dele e de outros pessoas.’’ (E.D.)

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