Detalhe faz a diferença
Nos treinamentos esportivos, aponta o fisioterapeuta Fabio Ravaglia, de São Paulo, os movimentos de marcha à ré são usados tanto em treinamentos quanto em terapias de atletas.
Em muitos esportes, correr para trás tão bem quanto para frente faz a diferença entre ganhar ou perder. Jogadores de futebol sabem que, correndo de costas, deixam a bola, os adversários e os colegas em seu campo de visão para pensar e realizar a melhor jogada, exemplifica Ravaglia.
No treino de kickboxing, explica a professora Branka Cosic da Silva, de Londrina, correr para trás é uma parte do aquecimento. A intenção, segundo ela, é melhorar o equilíbrio e a coordenação motora.
Quando a pessoa luta, ela faz combinações de chutes e socos e de vários movimentos ao mesmo tempo, e para isso precisa ter uma boa coordenação motora. Correr para trás é um pequeno detalhe, de vários exercícios de coordenação, mas que faz a diferença depois, na luta. O equilíbrio ajuda na precisão do golpe, afirma Branka. (C.P.)





