Desdobramentos da morte de Ceci
São Paulo, 14 (AE) - Cronologia dos fatos em torno do asssassinato da deputada federal Ceci Cunha (PSDB-AL):
16 de dezembro - A deputada Ceci Cunha (PSDB-AL) é assassinada em Maceió (AL), a tiros de espingarda, junto com seu marido, Juvenal Cunha Silva, o cunhado, Ivan Carlos Maranhão, e a mãe deste, Ítala Neide Maranhão Pureza. O crime foi na casa da irmã da deputada, depois da diplomação dos deputados eleitos, na Assembléia Legislativa.
29 de dezembro - Um requerimento na Câmara solicitou a formação de uma comissão de sindicância para apurar o assassinato da deputada e uma eventual participação no crime do deputado Talvane Albuquerque (PFL-AL), principal suspeito da polícia de ter sido o mandante do crime.
2 de janeiro - O pistoleiro Maurício Novaes, conhecido como Chapéu de Couro, dá depoimento à Polícia Federal, em São Paulo, acusando o deputado Albuquerque de ter encomendado o assassinato do deputado Augusto Farias (PFL-AL).
6 janeiro - É instaurada uma comissão de sindicância na Câmara, presidida pelo corregedor da Casa, deputado Severino Cavalcanti (PPB-PE), com prazo até 21 de janeiro para apresentar os resultados de seu trabalho. O deputado Albuquerque encaminha ao corregedor um pedido de quebra de sigilo bancário do deputado Augusto Farias, do ex-governador Manoel Gomes Carvalho e de Chapéu de Couro.
8 de janeiro - Cavalcanti recebe cópia do inquérito policial aberto pela polícia de Alagoas para investigar a morte de Ceci. Nele, Albuquerque é apontado como mandante do crime e, como executores, três de seus assessores particulares - foragidos desde 17 de dezembro. Os três estão com prisão preventiva decretada.
11 de janeiro - A comissão de sindicância é formalmente instalada, ouvindo o depoimento de Augusto Farias.
13 de janeiro - São ouvidos os deputados José Tomaz Nonô (PSDB-AL), Albérico Cordeiro (PTB-AL) e Divaldo Suruagy.





