Desaparecidos: luto sem fim
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sábado, 03 de setembro de 2011
Redação FolhaWeb 
"Vivo em um luto que nunca acaba. O que me mantém viva é a esperança de um dia reencontrá-la", desabafa Ivanise Espiridião da Silva, fundadora da Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas (ABCD) e mãe de uma menina que desapareceu em São Paulo na antevéspera do Natal de 1996, quando voltava da casa de uma amiga a 100 metros de distância de sua casa. Seu trabalho é conhecido em todo o País por ajudar famílias que estão na mesma situação, já que há centenas de crianças desaparecidas em todo o País - 22 só no Paraná.
Entre a dúvida e a dor, muitas famílias aprendem a suportar a ausência dos parentes desaparecidos. E tentam não perder a esperança de um reencontro. Leia mais na matéria de Marian Trigueiros.
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