Londrina - Nas principais universidades públicas das duas maiores cidades paranaenses, também existe preocupação em melhorar a segurança.
Segundo Dari de Oliveira Toginho Filho, prefeito do campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), já foi feita solicitação de concurso para repor vigias que se aposentaram ou morreram. A última reposição representativa ocorreu há cinco anos. Por questões de segurança, o número de funcionários no setor não é divulgado, mas Toginho aponta que "o quadro é menor do que há 10 anos". "Por outro lado, o número de edificações no campus e de alunos vem aumentando", diz o prefeito.
No momento, a UEL está fazendo um planejamento para expandir o sistema de monitoramento e alarmes. "Depois de concluído é que vamos ver a parte mais difícil, que é obter os recursos necessários", explica Toginho.
Nos campi da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em Curitiba, a segurança, terceirizada, cuida apenas do patrimônio, o que gera críticas de parte da comunidade universitária (veja texto nesta página). Álvaro Pereira de Souza, pró-reitor de administração da UFPR, diz que imagens das câmeras de segurança patrimonial eventualmente são remetidas para forças de segurança, para ajudar a elucidar assaltos, furtos e outros crimes. Mas ele argumenta que não há demanda para justificar vigilância ostensiva de pessoas ou policiamento nos campi. "O índice de segurança na universidade é relativamente bom", afirma.
Apesar disso, Souza aponta que estão sendo desenvolvidas ações na universidade, muitas em parceria com conselhos e fode segurança, no sentido de prevenção contra incêndios, acidentes de trânsito e outros sinistros, e de orientação relativa a segurança pessoal. (F.G.)

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