Macapá, 05 (AE) - Dos três depoimentos tomados hoje em Macapá pela CPI do Narcotráfico, dois foram considerados "imprestáveis" pelo sub-relator Antônio Biscaia (PT-RJ). Foram o do ex-policial Nivaldo Ramos, que cumpre pena por ter assassinado em maio de 1997 o médico Valdson Rocha, e o do presidente da OAB-AP, advogado Wagner Gomes. Biscaia disse que o depoimento de Gomes era esperado com grande expectativa, uma vez que prometera entregar um dossiê sobre o crime organizado no Amapá. "Ele não entregou nada nem disse nada de concreto", criticou Biscaia. Amanhã (06) a CPI vai ouvir o empresário Silvio Barbosa, o ex-deputado Milton Rodrigues e o deputado Randolph Rodrigues (PT), que encaminhou um dossiê sobre o tráfico de drogas no Amapá.

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