Curitiba - O coordenador do setor de tecnologia da informação do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e dois peritos federais estiveram ontem na penitenciária federal de segurança máxima de Catanduvas, no Oeste do Estado, para tentar descobrir como imagens do circuito interno de vídeo do presídio foram divulgadas sem autorização. Em um vídeo que acabou sendo exibido no site Youtube, agentes que trabalham no local aparecem brincando em uma das máquinas de raio-x usadas para revistar objetos de pessoas que visitam a prisão.
Nas imagens, filmadas em 18 de maio, alguns funcionários deitam na esteira do equipamento e passam por ele, enquanto outros os observam no monitor do aparelho. Por causa da brincadeira, o Depen abriu processos disciplinares contra cinco agentes.
Inaugurada há pouco mais de um ano, a penitenciária federal de Catanduvas abriga atualmente 157 presos considerados de alta periculosidade.

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