Brasília, 13 (AE) - Uma denúncia anônima feita à Polícia Militar da suposta existência de bombas no Ministério da Saúde e Câmara mobilizou a segurança e esvaziou os dois prédios por quase duas horas.
Uma caixa de isopor no banheiro do nono andar do anexo 4 da Câmara - onde ficam os gabinetes dos parlamentares - chamou a atenção de profissionais do grupo de operações anti-bombas, mas era alarme falso.
A segurança da Câmara informou que, há cerca de dois meses, havia recebido uma carta de um suposto grupo "Acorda Geral" que fazia várias reivindicações, sob ameaça de colocar uma bomba na casa, num prazo de 120 dias. Por isso, segundo os seguranças, as precauções, desta vez, foram maiores, com a retirada de todos os funcionários e deputados que estavam no prédio. Foi realizada varredura tanto na Câmara como no Senado.
A suposta bomba iria explodir às 16h15, de acordo com a denúncia anônima, feita por telefone, do Conjunto Nacional, um dos shoppings da cidade. No Ministério da Saúde, a operação de retirada dos funcionários foi iniciada logo depois da varredura nas dependências da Câmara. Nos prédios, os servidores voltaram ao trabalho depois das buscas.

mockup