O advogado Cláudio Daledone, que defende o delegado Silvan Rodney Pereira disse, na tarde desta quarta-feira (17), na sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que o delegado alega inocência e nega que tenha autorizado qualquer espécie de tortura ou que tenha praticado o crime contra os acusados da morte de Tayná Adriane da Silva.

Em entrevista, Daledone disse que seu cliente, como funcionário púbico, vai se apresentar à Justiça quando o pedido de prisão for decretado. Porém, o advogado informou que já toma as providências para revogar o pedido.

Pereira e outros policiais civis são acusados de terem torturado os quatro presos pela morte de Tayná. Um dos suspeitos teria ficado com problemas intestinais e sangramento por causa da violência como foi tratado. Eles foram presos no dia 28 de junho pelo crime, mas ainda não há confirmação de que eles sejam culpados.

Exames do Instituto de Criminalística apontaram que o sêmen encontrado no corpo de Tayná não seria de nenhum dos acusados. Os quatro deixaram a Casa de Custódia de Curitiba na segunda-feira (15) e podem receber proteção do Gaeco. (com informações do repórter Rubens Chueire Jr., da Folha de Londrina).

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