Curitiba- A delegada Paula Brisola, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), respondeu às críticas dos advogados de defesa de V.M.F., dizendo que o pedido de prisão não foi precipitado. Ela explicou que a polícia obteve uma foto recente do outro funcionário da loja, que hoje está no interior de São Paulo, e a vítima não o reconheceu como sendo o agressor. Ele e V.M.F. eram os únicos homens presentes no parque, no momento em que teria ocorrido o abuso sexual.
Paula Brisola afirma ainda que a criança não tem dúvidas sobre a autoria do crime. A menina, segundo a delegada, é convicta ao acusar V.M.F. como o agressor. ''Ela só tem cinco anos, mas tem discernimento'', diz. Quanto a comparação com o inquérito do bebê recém-nascido, morto no ano passado, Paula Brisola diz que no caso mais recente, do monitor do parque de diversões, há mais indícios do envolvimento de V.M.F.. ''Além disso, naquele caso, havia uma criança em óbito. Hoje há uma criança viva, que relatou com detalhes o crime'', respondeu.

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