São Paulo, 16 (AE) - A notoriedade despertada pelas investigações sobre a máfia dos fiscais chamou tanta atenção que está obrigando as correntes de apurações já envolvidas a delimitar áreas de atuação. Depois que a CPI foi instaurada, os promotores da área criminal do Ministério Público Estadual (MPE) e os policiais acertaram uma estratégia comum de investigação para não prejudicar os trabalhos.
Os pedidos de quebra de sigilo bancário e eventuais prisões temporárias serão anunciados pela equipe de policiais e promotores, enquanto as providências de caráter político-administrativo ficarão sob a responsabilidade da CPI. Com a participação oficial dos promotores de Justiça e da Cidadania, as medidas da área cível ficarão sob a responsabilidade desses promotores.
Os primeiros depoimentos à CPI começam quinta-feira, em sessão pública, às 9h30, na Câmara. O nome das testemunhas estão em sigilo, por segurança.

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