Curitiba - O advogado Álvaro Borges Júnior que atuou na defesa do pai-de-santo Osvaldo Marcineiro e do ajudante de terreiro Davi dos Santos Soares, vai pedir a redução da pena dos condenados. Marcineiro deverá cumprir 20 anos e dois meses de prisão e Soares a 18 anos e quatro meses de reclusão. ''O magistrado, por melhor que tenha conduzido o júri, não pode aplicar penas acima do mínimo por se tratar de réus primários. Vamos analisar qual foi a fundamentação para uma pena tão alta'', disse
Marcineiro já estava preso antes do júri popular por flagrante de estelionato. Os outros dois aguardavam o julgamento em liberdade.
Para o promotor Paulo Sérgio de Lima, o resultado do julgamento e a prisão dos condenados foram justos. ''Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado. Por questões de ordem pública, foi necessária a prisão. Nada mais justo do que eles permanecerem presos durante a apelação da defesa'', pontuou o promotor. O processo envolvendo os três réus condenados têm cinco volumes e mais de 10,2 mil páginas.(L.P.)

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