O capitão Roberto Moura Rocha, que era lotado no 5º Batalhão da Polícia Militar, teve a prisão preventiva decretada no final da tarde de ontem por suspeita de formação de quadrilha e estelionato. O oficial foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em 17 de abril. A suspeita era que ele usaria nomes falsos de terceiros para adquirir bens e não quitaria as dívidas.
O advogado do policial, Hamilton Laertes Araújo, considerou a decisão ''incabível'' e afirmou que a defesa vai ''demonstrar, no decorrer do procedimento criminal, a desnecessidade da prisão.'' Araújo informou ainda que a prisão da esposa de Rocha também foi decretada, mas ela só vai se apresentar depois que a liberdade seja concedida ao policial.
A reportagem tentou contato com o delegado responsável pelo caso no final da tarde de ontem, mas o telefone dele estava desligado. Ainda ontem, o capitão foi levado de volta para Curitiba, onde está detido.

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