Curitiba- ''Acho que o Exame de Ordem é necessário. Mas a prova objetiva deveria ser baseada não na letra da lei, mas na interpretação da lei, em jurisprudência. Hoje é decoreba de código e não mede conhecimento. Já a prova subjetiva é justa. Se você estudou e trabalhou durante a faculdade não tem problema nenhum'', afirma uma bacharel reprovada em dois Exames de Ordem, que preferiu não se identificar. Depois de ter sido reprovada no primeiro Exame, a bacharel fez curso preparatório. ''O curso é muito bom. Eu aprendi matérias que foram falhas na faculdade. Para o próximo concurso vou usar as apostilas e ler a lei.''
O advogado Rafael Martins, que passou no primeiro Exame, no ano passado, concorda que é preciso cursar uma boa faculdade e fazer estágios para passar no Exame. Porém, ele não descartou os aulões de revisão dados no final do curso pela própria faculdade. ''A idéia é que a gente lembre de assuntos do começo da faculdade. É uma revisão geral de tudo'', conta.(A.B.)

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