Brasília, 31 (AE) - O secretário de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Paulo de Tarso, afirmou há pouco que a decisão da Secretaria "na prática, coloca uma grave restrição à fusão de Brahma e Antarctica". Segundo ele, a venda de uma das empresas de cerveja era o "único remédio estrutural" que permitiria a fusão da Brahma com a Antarctica. Ainda na opinião de Paulo de Tarso, a criação da Ambev sem a venda de uma das marcas líderes de cerveja (Skol, Brahma ou Antarctica) abria grandes possibilidades de abuso de poder econômico e prejuízo aos consumidores brasileiros de cerveja.

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