Diálogo- Conversar bastante. Atenção nunca é demais
Nunca minta - O efeito imediato da droga não é ruim e pode dar prazer. Se mentir, o filho não acreditará nos pais no momento da dependência
Esteja informado sobre o tema - Não adianta conversar a respeito daquilo que você não entende. O bate-papo pode ir se aprofundando aos poucos até o assunto principal: as drogas. Um argumento que tem dado certo é dizer que a droga interfere com a sexualidade, pois nenhum jovem gosta de se sentir inferiorizado quando o assunto é sexo. Outro exemplo são os casos de dopping entre atletas.
Fique de olho - Se informe sobre os costumes do filho como sono, temperamento, rendimento escolar e amigos. Porém, não fique vigiando, pois eles não gostam
O problema - Não banalize o problema do uso da droga, mas também não dramatize a situação.
Confiança - Desconfie sempre, mas não exagere. Por mais amizade que exista entre você e o seu filho, ele nunca vai dizer: ‘‘Pai, estou cheirando cocaína’’. Isso só vai acontecer quando for flagrado.
Herói - Ao descobrir que o filho está envolvido com drogas, procure uma ajuda especializada, como psicólogo, psquiatra ou grupo de ajuda. Nunca banque o super herói
Limites - Nada de ser pai repressor, mas não seja liberal demais. Todos, inclusive crianças e adolescentes precisam ter limites a serem respeitados
Fonte: Especialistas consultados pela Folha

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