Agência Estado
O Ministério Público Federal denunciou ontem, por crime de colarinho branco e falsidade ideológica, o fazendeiro Darli Alves da Silva, que cumpre pena de 19 anos de prisão em Brasília, pelo assassinato do sindicalista Chico Mendes. Silva poderá ser condenado a mais oito anos de cadeia.
No Pará, onde se escondeu após fugir da prisão em Xapuri (AC), Silva passou a viver na região da Transamazônica, com o nome falso de Francisco Matias de Araújo. Foi com essa certidão, pertencente a um agricultor, que Silva conseguiu financiamento do Fundo de Desenvolvimento Constitucional do Norte (FNO), obtendo R$ 13 mil do Banco da Amazônia (Basa).
Perguntado no inquérito policial como havia obtido a certidão, Silva confessou que há mais de 20 anos guardava consigo o documento.

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