CVE investiga morte por hantavírus
Uma equipe do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) e do Instituto Adolfo Lutz chegou anteontem à região de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, para investigar a segunda suposta morte por hantavírus neste ano no Estado. Fatal na maioria das vezes, a doença é transmitida por partículas de excreções de ratos, quando misturadas à poeira e aspiradas pelo ser humano. O hantavírus não é transmissível pelo homem. Os técnicos deverão capturar ratos nos municípios de Lucélia e Caiabu, onde morava e trabalhava a vítima, um cortador de cana de 16 anos. Exames permitem descobrir o tipo de hantavírus que os animais transmitem. Pessoas que conviviam com a vítima serão examinadas para saber se apresentam sintomas da doença.

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