Curitiba volta a fechar parte do comércio nesta segunda
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domingo, 14 de junho de 2020
Reportagem local 
Com 1.777 casos confirmados de Covid-19 e 78 mortes registradas na cidade, a prefeitura de Curitiba anunciou neste sábado (13) a adoção de novas medidas restritivas para tentar conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. As novas regras que entram em vigor a partir de segunda-feira (15) tiveram como base a bandeira sinalizadora da situação da capital, que passou de amarelo, que é o nível 1, para laranja, nível 2, de alerta médio, conforme estabelecido no Protocolo de Responsabilidade Social e Sanitária.

De acordo com as informações divulgadas pela secretária municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, em uma uma live realizada na tarde deste sábado (13), vários segmentos do comércio devem fechar por tempo indeterminado. Entre eles, academias e todas as atividades de práticas esportivas; igrejas e templos religiosos; praças e parques; todas as atividades de entretenimento como teatros, festas em geral e atividades semelhantes; bares e clubes sociais esportivos.
Também serão suspensos treinos de futebol; cabeleireiros, manicure, pedicure e outros serviços de cuidados com a beleza; atividade de higiene de animais domésticos; serviços de alimentação de ambulantes; serviços imobiliários e feiras de artesanatos.
O comércio de rua terá atendimento restrito das 10h às 16h. Shoppings centers devem funcionar apenas de segunda a sexta-feira, entre 12h e 20h. Já as praças de alimentação destes locais devem manter o atendimento apenas entre 12h e 15h. Fora desses horários, podem funcionar apenas com entrega (delivery);
Galerias e centros comerciais: devem funcionar das 10h às 16h, de segunda a sexta-feira. Restaurantes e lanchonetes poderão abrir das 11h às 15h, todos os dias da semana. Fora desse horário, podem funcionar apenas para entregas (delivery). Escritórios devem funcionar seis horas por dia. Lojas de material de construção devem funcionar das 10h às 16h, de segunda a sexta; e das 9h às 13h aos fins de semana.
Hotéis e pousadas poderão funcionar com no máximo de 50% de sua capacidade de ocupação. A mesma regra passa a valer para empresas de callcenter e telemarketing, com exceção daquelas que estejam vinculadas a serviços de saúde.

Foto: AEN


