Curitiba - A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) é a quarta colocada no ranking do índice de condições de vida, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficando atrás de Brasília (DF), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS). O estudo Condições de Vida nas Regiões Metropolitanas e suas Implicações Econômicas pesquisou 10 capitais e Brasília e teve como base os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002/2003 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
Apesar de a RMC aparecer na quarta posição no índice de condições de vida, na classificação geral, quando a pesquisa separa as opiniões por classe social o resultado é diferente. As classe B, com renda mensal entre R$ 1,8 mil e R$ 7,4 mil, e D, com renda entre R$ 300 e R$ 1,041 por mês, avaliaram Curitiba exatamente como a classificação geral.
Para a classe A, com rendimento mensal acima dos R$ 7,4 mil, Curitiba e região ocupa a segunda melhor posição no ranking de condições de vida, perdendo só para Brasília. A classe E, que ganha até R$ 300 por mês, colocou a RMC na terceira posição. Já para a classe C, que possui ganhos mensais entre R$ 300 e R$ 1.041, Curitiba e região ficou na sétima posição, com índice um pouco abaixo da média (-1,31%).
O estudo mostra como as pessoas vêem a questão da violência. No ranking geral a RMC ficou na 7 posição, com índice pouco abaixo da média (-3,55%). Porém, quando a pergunta foi feita separadamente para as classes sociais o resultado também foi diferente do geral. Na classe A, 34,41% classificaram a questão da violência como ruim na RMC. Nas classes B e C, o percentual foi de 40% e nas classes D e E, 49%,51% e 44,91%, respectivamente, classificaram o quesito violência ruim.

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