Crônicos renais fazem protesto
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sexta-feira, 08 de fevereiro de 2002
France Presse 
Buenos Aires - Mais de 100 pacientes com problemas renais que precisam com urgência fazer hemodiálise protestavam ontem em frente ao Ministério da Saúde argentino, para exigir a continuação do tratamento. Se não temos a máquina, morremos: isto é um assassinato, protestou um dos doentes.
Desde cedo e debaixo de chuva, os pacientes se concentravam com cartazes na Avenida 9 de Julho, onde interromperam o trânsito e pediram para ser recebidos pelo ministro da Saúde, Ginés González García. Um porta-voz da maior obra social do país, o Pami, garantiu que na véspera foram feitos os pagamentos: O Pami jamais interrompeu o serviço de hemodiálise. Houve uma pressão das empresas, que ameaçaram cortar o serviço se não pagássemos. Mas a questão é que pagamos, explicou.


