Brasília - O ministro da Educação, Cristovam Buarque, rompeu ontem silêncio após a repreensão pública que recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por defender mais R$ 5,4 bilhões para a sua área. Ele mostrou-se afinado com o governo. ''O que eu coloquei naquele dia nada tem a ver com o orçamento deste ano'', esclareceu, defendendo ainda uma coalizão de toda a sociedade e dos partidos para tornar prioritário investimento em educação. Na semana passada, o presidente disse a Cristovam que ''quem tem pressa come cru''. Ontem, após a aula ''A segunda abolição'' que deu no curso de formação de professores, Cristovam ressaltou que a educação básica vem sendo financiada pelos Estados e municípios.

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