CRISE NOS AEROPORTOS - Controladores de vôos se amotinam e governo cede
Um acordo na madrugada de sábado pôs fim à greve dos controladores de vôo, deflagrada na sexta-feira, e cujo principal ponto é a desmilitarização gradual da atividade. De acordo com minuta assinada pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, a discussão de um novo modelo de controle de tráfego aéreo começará hoje. O acordo prevê a revisão das punições de caráter militar a que os controladores foram submetidos a partir de março, como transferências e afastamentos. Ficou acertado ainda que não haverá castigos por conta da paralisação que produziu o caos nos aeroportos brasileiros. Também serão discutidas alternativas para melhorar a remuneração da categoria. Segundo o ministro de Comunicação Social, Franklin Martins, partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a determinação para que o governo chegasse a um acerto com os controladores. O restabelecimento da normalidade representa uma questão de segurança nacional, disse Martins. A greve dos controladores resultou na morte de um passageiro que embarcaria em Curitiba e em prejuízos para usuários e empresas aéreas.
O cargo foi criado pela Lei nº 1, de 25 de janeiro de 1962, e ocupado por Celso Furtado, então o primeiro-ministro do Planejamento. Entre as atuais funções estão: a participação na formulação do planejamento estratégico nacional; avaliação dos impactos socioeconômicos das políticas, programas do Governo Federal e elaboração de estudos especiais para a reformulação de políticas.
São áreas com toda estrutura e os serviços necessários para o atendimento de pousos e decolagens de aviões. Também podem ser referidas como base aérea, a serviço de aviões militares. O tamanho de um aeroporto e a variedade de serviços por ele oferecidos dependem primariamente da quantidade de vôos atendidos e o movimento de tráfego aéreo.
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