Pela própria atividade - doutorado em ciência de alimentos - a pesquisadora Marci Magnani, de 31 anos, de Londrina, sofre de tensão diária. Some-se a isso a própria personalidade, e o resultado não poderia ser outro: dor nas costas. ‘‘A tensão ajuda a desencadear o processo’’, diz o fisioterapeuta Marcelo Sahyun.
  Ela conta que em junho do ano passado passou por uma crise séria, que chegou a interferir nas atividades e no humor. A dor irradiou para os braços e pescoço, o que interferiu na sensibilidade principalmente do braço esquerdo. ‘‘Era uma dor constante, muito forte, e como não sou muito adepta de analgésicos, isso interferiu na minha rotina, de eu ter que ficar deitada’’, lembra.
  Na consulta com o ortopedista, ela teve diagnosticada uma hérnia e outras duas em formação. Também recebeu a indicação de tratamento aliando RPG com osteopatia. ‘‘A osteopatia é interessante porque você entra quase sem andar e sai bem, e depois você faz um trabalho de estabilização com o RPG’’, afirma.
  Hoje, ela quase não tem dores, mas continua com a osteopatia, utilizada agora para potencializar os resultados do RPG.
  Situação parecida viveu o empresário Frederico Teófilo, de 40 anos, de Londrina. Aos 29 anos, ele começou a ter fortes dores nas costas e buscou tratamento na fisioterapia. Sem se adaptar ao método tradicional, ele encontrou na osteopatia não só alívio para as dores, mas uma forma de prevenção. ‘‘Livre das dores nas costas, cheguei à conclusão que não queria ficar como a maioria dos velhinhos da minha família - curvado. Quero envelhecer bem, com uma boa condição muscular e flexibilidade, que me permitam ter condições de continuar praticando as atividades que gosto’’, diz, se referindo à prática de esportes como futebol, corrida, bicicleta, esqui aquático e mergulho. (C.P.)

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