Crime ocorreu no retorno da escola
Londrina - Rachel Genofre desapareceu no final da tarde de uma segunda-feira, no trajeto entre o Instituto de Educação do Paraná, no centro de Curitiba, e a Praça Rui Barbosa, onde sozinha pegava o ônibus em direção à Vila Guaíra, bairro em que morava com a mãe. Filha de pais separados, era a única filha do casal e não tinha irmãos. A mãe de Rachel, Maria Cristina Lobo Oliveira Genogre, estranhou a demora da menina na volta da escola. Depois de quase duas horas de espera, entrou em contato com a polícia.
Na madrugada do dia seguinte, por volta da 1 hora da manhã, uma família de
Ortigueira (113 km ao sul de Apucarana), que utilizava a Rodoferroviária de
Curitiba para dormir e se acomodava abaixo de uma das escadas do local,
encontrou junto a seus pertences uma mala. Quando a família tentou afastar o
objeto de perto de sua bagagem, achou a mala mais pesada que o convencional e
chamou os fiscais da Rodoviária. Ao abrirem a mala, encontraram o corpo da
menina.
O corpo de Rachel estava enrolado em uma sacola plástica e em um lençol verde. A menina vestia apenas a camiseta do uniforme e apresentava sinais de estrangulamento e violência sexual. (Reportagem Local)





