No Brasil, o desafio na área social é ir até o último cantinho para ver quem não está na escola ou se todas as mulheres fizeram o pré-natal. Mesmo as pequenas porcentagens representam milhões de crianças. Quem diz isso é a representante do Unicef no Brasil, Reiko Niimi.
Em sua opinião, o País deu passos importantes na década passada e, em vez de se pensar apenas na sobrevivência das crianças, terá de investir em sua qualidade de vida. Para isso, precisará dar prioridade ao desenvolvimento infantil de zero a seis anos e às políticas para adolescentes. ‘‘A falta de oportunidade para jovens tem impacto na violência e nos problemas sociais’’, assinala.
Ela destaca ainda que os brasileiros deveriam adotar estratégias simples. ‘‘Os pais não precisam de muito dinheiro para conseguir brinquedos e divertir as crianças.’’ Reiko ressalta ainda o aleitamento materno, a diminuição no número de cesareanas e a divulgação de tecnologias úteis e de baixo custo. (L.G.)

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